terça-feira, 26 de julho de 2011

O Drama da Mutilação Genital Feminina. África e Mulçumanos.

O holocausto silencioso das mulheres a quem continuam a extrair o clítoris. Mais um tema actual e cruel que o Portugal Lusófono se dedica. Feita alguma pesquisa, chegámos á triste conclusão que 140 milhões, é o terrível numero de mulheres e crianças que já foram submetidas a uma das práticas mais cobardes hediondas do nosso planeta, e que representa um verdadeiro atentado à vida e saúde das mulheres.

A esta prática da Circuncisão Feminina, tristemente conhecida como Mutilação Genital Feminina, são acrescentados a cada ano que passa, mais 2 milhões de novos casos em todo o mundo. Pensava-se que esta (apelidada) tradição bárbara era prática só do continente africano e Médio Oriente. Mas não. Esta prática expandiu-se também aos chamados países civilizados da Europa, onde encapotadamente é praticada no seio de pequenas comunidades emigrantes provenientes dos locais acima referidos.

A Mutilação Genital Feminina (sigla MGF), termo que descreve esse acto com maior exactidão, é vulgarmente conhecida por excisão feminina ou Circuncisão Feminina. É uma pratica realizada em vários países principalmente da África, e da Ásia, que consiste na amputação do clitóris da mulher de modo a que esta não possa sentir prazer durante o acto sexual.

Embora acredita-se que esta prática seja muçulmana, em nada está fundamentada religiosamente, tendo em vista de que os hadices em que tentam conectar a prática ao Islão são fracos, sendo assim, esta prática não é adotada nos países onde a sharia é fortemente estudada.


Esta prática não tem nada em comum com a Circuncisão Masculina. Segundo essa tradição, pais bem intencionados providenciam a remoção das suas filhas pré-adolescentes do clítoris, e até mesmo dos lábios vaginais. Há uma outra forma de mutilação genital chamada de infibulação, que consiste na costura dos lábios vaginais ou do clítoris.

A circuncisão feminina é um termo que se associa a um determinado número de práticas incidentes sobre os genitais femininos e que têm uma origem de ordem cultural e não de ordem medicinal. É uma prática muito frequente em certas partes da África e é praticada também na Península Arábica e em zonas da Ásia. A prática da circuncisão feminina é rejeitada pela civilização ocidental.

É considerada uma forma inaceitável e ilegal da modificação do corpo infligida àqueles que são demasiado novos ou inconscientes para tomar uma escolha informada. É também chamada de mutilação genital feminina. A circuncisão feminina elimina o prazer sexual da mulher.

A sua prática acarreta sérios riscos de saúde para a mulher, e é muito dolorosa, por vezes de forma permanente. No primeiro mundo a circuncisão feminina é praticada por médicos, que trabalham com anestesia. Ela foi mais aplicada no século 19, em especial até os anos 1960 nos EUA e outros países, principalmente para podar clitóris ou lábios grandes. Achava-se que os órgãos grandes e muitas vezes saindo dos lábios maiores são muito feios e que tais meninas teriam uma maior tendência para tornarem-se prostitutas.

O que é a Mutilação Genital Feminina.
A mutilação genital feminina (MGF) é uma prática em que uma parte ou a totalidade dos órgãos sexuais de mulheres e crianças são removidos. Há vários tipos, que por sua vez têm gravidadas diferentes. Segundo as várias tradições são removidos o clítoris ou os lábios vaginais.

Uma das práticas de maior gravidade, chamada infibulação, consiste na costura dos lábios vaginais ou do clítoris, deixando uma abertura pequena para a urina e a menstruação. Aproximadamente 15 % das mutilações em África são infibulações. A MGF é levada a cabo em várias idades, desde depois do nascimento até à primeira gravidez, tendo a maioria lugar entre os quatro e oito anos.
(Outubro 29, 2010 - Portugal Lusófono) - Direitos Reservados

Pará, Carajás e Tapajós - Nova Enrolação dos Políticos Paraenses.

Votação em dezembro definirá posição da população sobre a criação dos estados de Tapajós e Carajás. Será que o povo paraense vai cair nessa enrolação?

Atualmente o Pará é o 2° maior Estado do Brasil.

Belém Os eleitores do Pará irão às urnas no dia 11 de dezembro para votar no plebiscito sobre a divisão do Estado. Eles terão de responder a duas perguntas: se aceitam a criação do Estado de Carajás (atual sul e sudeste do Pará) e se são a favor da criação do Estado de Tapajós (região oeste). Para
"sim", apertarão 55; caso não concordem, o número é 77. As regras do plebiscito foram publicadas no "Diário da Justiça Eletrônico".

O Pará será o menor desses três novo Estados.

A votação é apenas consultiva. Mesmo que o "sim" ganhe, a divisão terá de ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.
As frentes favoráveis e contrárias terão propaganda liberada a partir de 13 de setembro. No rádio e na TV, as campanhas começarão em novembro, apenas em transmissões dentro do Estado.


O movimento favorável a Tapajós já planeja se estender a Manaus (AM), num comitê para atender eleitores paraenses que lá vivem. Um instituto com personalidade jurídica foi criado há duas semanas para receber doações à campanha.


O TSE definiu que todos os eleitores do atual Pará devem obrigatoriamente participar. Mas a frente pró-Carajás ainda espera que, antes do início oficial da campanha, o STF (Supremo Tribunal Federal) julgue uma ação - proposta pela Assembleia Legislativa de Goiás em 2002 - que questiona o universo de eleitores que deve participar do plebiscito.


Conforme legislação federal de 1998, deve ser consultada tanto a população de territórios separatistas quanto a população que perderia parte de seu território.

Para o deputado federal Giovanni Queiroz (PDT), um dos principais líderes empenhados na divisão paraense, a lei contraria a Constituição, que prevê "aprovação da população diretamente interessada". Queiroz diz que os habitantes do "novo Pará" (território que sobraria após a subdivisão) seriam representados depois, quando o resultado do plebiscito chegasse à Assembleia Legislativa do Estado. Comitês do "não", formados na região metropolitana de Belém, discordam do argumento do deputado.

Hoje, o projeto de divisão do Pará é coordenado por pessoas de fora do Estado. A instituição do plebiscito foi idealizada, por exemplo, pelo deputado federal Giovanni Queiroz (PDT-PA). Eleito pelo Pará, Queiroz é natural de Campina Verde (MG).


Hoje, o projeto de divisão do Pará é coordenado por pessoas de fora do Estado. A instituição do plebiscito foi idealizada, por exemplo, pelo deputado federal. Giovanni Queiroz (PDT-PA). Eleito pelo Pará, Queiroz é natural de Campina Verde(MG).

O Deputado Giovanni Queiroz começou a sua carreira política como: Prefeito da cidade de Conceição do Araguaia pela ARENA(partido que apoiava o regime militar) e sendo Fundador e Primeiro-Presidente, Sindicato Rural de Redenção, PA, 1985. Um grande ruralista.

Especialístas e a Divisão do Pará.

Por outro lado, alguns especialistas alertam que com a divisão, serão abertas novas vagas para cargos políticos o que carrega junto a questão da troca de favores, o que prejudica a eficiência da gestão pública. Por fim torcemos que este debate sobre a divisão, traga mais visibilidade a esta riqueza brasileira, que é o Pará, Carajás e Tapajós. E as autoridades públicas debatam sobre a educação, emprego e saúde desta região. Por hora nos resta aguardar o plebiscito marcado para Dezembro e que o desfecho seja bom paratodos, ou ao menos, justo.
Divisão do Estado do Pará em 3 Estados – Veja Como vai Ficar


Novas Assembléias Legislativas. Mais parlamentares. Altos salários. Muito prejuizo para a população do Pará.

O segundo maior estado do Brasil, o Pará tem sua economia baseada no extrativismomineral, pois é uma região rica em bauxita, ferro, calcário, estanho e ouro.
Além de se destacar na agricultura e pecuária. Possui 1,24 km² e é dividido em144 municípios, mas atualmente é o centro das discussões, pois se for aprovado, o Estado do Pará será dividido 3 estados. Então, veja como vai ficar esta separação.

Novas Assembléias Legislativas. Mais parlamentares. Mais Altos salários. Muito prejuizo para a população do Pará. E nenhum retorno bom para os parenses.


Pará, Carajás e Tapajós.
Estes são os três estados divididos da seguinte maneira:
Tapajós é o maior dos três, tem 58% da atual área do Pará, ao todo são 27 municípios
e mais de 1,3 milhões de habitantes. Já o novo estado de Carajás, abrange as
porções sul e sudeste, com 39 municípios, o que soma 25% do território,
aproximadamente 1,6 milhões de habitantes. E finalmente para o Pará são 86
municípios e vivem 4,6 milhões de habitantes.

Mas você deve estar se perguntando: como funciona a criação de dois novos estados ?
O plebiscito poderá ocorrer em até seis meses. Se aprovado pela população, o
projeto de lei será encaminhado ao Congresso para dar início a criação das chamadas,
unidades confederativas, popularmente chamados de estados.



Se o Estado tem dinheiro
para esse evento. Poque não investí-lo nos municípios, pleiteados pelos parlamentares, que querem a divisão do Estado do Pará. E esses parlamentares são os verdadeiros traidores do povo paraense.

A APOSTASIA NA IGREJA

Apóstata. Religioso que abandona a sua fé. Afastamento definitivo e deliberado de alguma coisa, uma renúncia de sua anterior fé ou doutrinação. Um ato de renúncia a uma igreja, teoria ou partido.
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"Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição,”(2 Ts 2.3)

O vocábulo apostasia é uma palavra grega que significa “queda, rebelião, revolta”[i]. O apóstata formal está sujeito a exclusão. “Em sentido menos amplo, a palavra é usada para indicar pessoas que deslizam para o descuido e o abandono no tocante à fé, sua fé religiosa”[ii].

Na Septuaginta (LXX), o vocábulo aparece três vezes nos seguintes textos: Josué 22.22; 2 Crônicas 29.19 e Jeremias 2.19. Em Josué, apostasia é traduzida por “rebeldia” na Versão Almeida Revista e Atualizada e Almeida Revista e Corrigida. Em 2 Crônicas 29.19, o significado também está no campo semântico do pecado, visto que a tradução do termo em questão é “transgressão”, nas mesmas versões acima citadas. Jeremias 2.19 não foge ao sentido veterotestamentário de apostasia, pois a tradução deste vocábulo é “infidelidade”. A “rebeldia”, a “transgressão” e a “infidelidade” lançam luz no significado do termo no Novo Testamento.

Somente duas vezes, em forma nominal, a palavra apostasia aparece no Novo Testamento. A primeira vez em Atos 21.21, onde Paulo é acusado erroneamente de afastar os judeus de seguir a lei ministrada por Moisés no Antigo Testamento. O apóstolo pregava a justificação pela fé somente, através do sacrifício de Jesus, desconsiderando a circuncisão como fator salvífico, segundo Gálatas 4.9; 5.6; Romanos 2.25-30. Seria normal surgir os comentários de que Paulo queria afastar os judeus de Moisés, como foi o que aconteceu, porém não foi esse o foco da mensagem do apóstolo[iii]. A apostasia mencionada neste versículo não se refere ao cristianismo, mas ao judaísmo, sendo ainda uma má interpretação do ministério paulino.

A segunda aparição do vocábulo apostasia no Novo Testamento está em 2 Tessalonicenses 2.3: “Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição”. O versículo destaca a ligação entre a apostasia e o fato escatológico da revelação do anticristo, como explana George Ladd: “Este ‘homem da iniqüidade’ é chamado de Besta em Apocalipse 13, mas geralmente é conhecido como o anticristo. Sua aparição será acompanhada pela ‘rebelião’ (2 Ts 2.3)”[iv]. O termo se refere a uma rebelião dentro da igreja cristã. “Esta rebelião é para ser um evento definido, um acontecimento apocalíptico”[v]. O anticristo não somente se oporá a toda autoridade divina, como comandará uma rebelião geral contra Deus.

O Senhor Jesus Cristo pregou contra esta apostasia no sermão profético em Mateus 24.4-5: “E ele lhes respondeu: Vede que ninguém vos engane. Porque virão muitos em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos”. Os que serão enganados pelos falsos cristos estarão na condição de apóstatas.

O único versículo em que o vocábulo apostasia está na forma verbal é em 1 Timóteo 4.1: “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios,[…]”. O verbo grego aphistemi empregado neste versículo para apostatar significa “desviar-se, cair, retirar-se, tornar-se apóstata, apostatar. O genitivo ‘da fé’ indica que eles deixaram a fé, e é usado no sentido objetivo, isto é, ‘doutrina cristã, sã doutrina’”[vi].

Baseado nesta breve observação do vocábulo apostasia na Bíblia percebe-se que qualificar alguém de apóstata significa afirmar que tal indivíduo negou a Cristo. Implica em pôr alguém na condição de seguir o espírito de anticristo, indo contra tudo o que é Deus e a salvação em Jesus. O fundamentalismo significa prezar pela guarda das doutrinas fundamentais da fé. Um apóstata é aquele que nega estas doutrinas, como nega a salvação no Senhor Jesus Cristo. Por isso, este termo não pode ser aplicado a homens, mulheres e instituições que professam a Jesus como Senhor.

“Por isso, vos faço compreender que ninguém que fala pelo Espírito de Deus afirma: Anátema, Jesus! Por outro lado, ninguém pode dizer: Senhor Jesus!, senão pelo Espírito Santo”. (1 Co 12.3)
[i] RIENECKER, Fritz; ROGERS, Cleon. Chave lingüística do Novo Testamento. São Paulo: Vida Nova, p.450.
[ii] CHAMPLIN, R. N. (org.). Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. v. 1. São Paulo: Hagnos, p. 237.
[iii] MARSHAL, I. Howard. Atos: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, p. 321.
[iv] LADD, George Eldon. A Theology of the New Testament. Grand Rapids, Michigan: William B. Eeerdmans Publishing Company, p. 605.
[v] LADD, George Eldon. A Theology of the New Testament. Grand Rapids, Michigan: William B. Eeerdmans Publishing Company, p. 605.
[vi] RIENECKER, Fritz; ROGERS, Cleon. Chave lingüística do Novo Testamento. São Paulo: Vida Nova, p.46
Por: Vaney Veras

"Fantasio" de Alfred de Musset

Alfred de Musset, poeta francês, nascido em Paris em 1810 e morto em 1857."Que agradável e delicioso oficio, o de "bobo"! (Fantasio) de Alfred de Musset.
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Bobo da Corte

....Num de seus personagens. Fantasio.

A FEIÚRA QUE DIVERTE, DEFORMAÇÃO QUE ZOMBA...
Para se introduzir no palácio do rei da Baviera, um jovem extravagante, chamado de Fantasio, teve a a vivacidade de se vestir como o "bobo"da corte, que tinha morrido no dia anterior. Para ele, esse truque foi muito bem sucedido. E o herói dessa acabou exclamando a frase do título: "Que agradável e delicioso oficio, o de "bobo"!
"Ando de um para outro lado, neste palácio - continua ele - como se sempre o tivesse habitado. Há pouco encontrei o rei, que não teve, sequer, a curiosidade de olhar para mim. Depois da morte de seu "bobo"oficial, haviam-lhe dito: Sir aqui está outro! Não foi preciso mais! Posso fazer o que bem entendo sem que me detenham com a menor observação. Sou um dos animais domésticos do rei da Baviera e, se quiser, enquanto conservar minha bossa e minha cabeleira, poderei viver aqui até minha morte, gozando a vida, sem ter com que me preocupar."
E, aproveitando essa liberdade de ação, Fantasio surpreendeu o segredo do triste noivado da princesa Elsbeth, que, por interesse político, ia se unir a um príncipe feio e imbecil. Nosso herói torna impossível esse casamento com um recurso... de "bobo"; pescando com a ponta de um anzol, a cabeleira postiça do augusto noivo. Defeito físico, fantasia espiritual, exagero na linguagem e, ás vezes, de conduta, esses são perfis, que caracterizam na História o personagem do "bobo" e lhe dão fisionomia tão desconcertante. Já entre os antigos, para divertimento da classe mais abastada e poderosa, esses indivíduos pitorescos eram tão procurados que foi necessário instituir, para esse gênero de negócios, um mercado especial; seja sincero, caro leitor! A existência de um mercado de trabalho tão insólito, já tinha passado pela sua cabeça? Nas horas das refeições, apos as dançarinas, os macacos incríveis e os tocadores de harpa, o "bobo", vindo da Ásia Menor ou da Pérsia, fazia sua entrada ridícula, saudado pelo riso dos convivas. Na considerada Idade Média, não havia um só castelo em que a silhueta caricatural do "bobo"não surgisse entre as rendas e os brocardos. Pasmem! As cortes reais e as cortes feudais lutavam para a posse do "bobo"mais feio, mais deformado e emissários eram enviados aos quatro cantos do mundo conhecido em busca desses fenômenos humanos, para distração dos poderosos.

Torturadores Anistiados, A Nossa Constituição.

Será, que nós os brasileiros, vamos ter que esperar que venha um outro país ou seja, que outra nação venha fazer isso por nós. Investigar os crimes e perseguições do Regime Militar de 1964 até 1974. Quando o caudilho do governo Federal José Sarney e os seus caudilhos de governos estaduais como o nosso caudilho do PMDB, daqui do Pará assumiram, fizeram uma Constituição, perdoando essa turma do regime militar, uma atitude igual em relação aos safados do outro caudilho Getulio Vargas, no qual todos foram anistiados.
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E foi preciso que a Argentina, solicitasse investigação dos crimes cometidos no Regime Militar da Espanha. De 1938 /1977.
Vítimas do Franquismo (General Francisco Franco)

"Argentina reabre processo por crimes cometidos na ditadura do General Francisco Franco."
Buenos Aires, - A Justiça argentina reabriu sexta-feira o processo que investiga crimes contra a humanidade cometidos na Espanha durante a ditadura de Francisco Franco, informou uma fonte judicial.

A Segunda Sala da Câmara Nacional de Apelações determinou ainda que a chancelaria argentina peça ao governo espanhol que informe se "efectivamente está investigando a existência de um plano sistemático e deliberado para aterrorizar os espanhóis partidários da forma representativa de governo, através de sua eliminação física, levado a cabo no período compreendido entre 17 de julho de 1936 e 15 de junho de 1977".

Familiares de vítimas e representantes de organismos humanitários apresentaram uma denúncia em 14 de Abril passado
na Justiça argentina pedindo a investigação dos crimes cometidos durante o franquismo até 1977, quando foram convocadas eleições na Espanha.
O Governo da Espanha, atendeu o pedido da Argentina e passou a investigar os crimes e desparecimento de pessoas que depois de presas e perseguidas pela ditadura do Generalíssimo Franco.


No site "Memória Pública" e para mais detalhes sobre esta iniciativa, precisamos de sua ajuda. Temos informações
sobre 31.353 vítimas, as vítimas, um número que será ampliado para oferecer, pelo menos, a 138.037 nomes nas listas o resumo da causa de Garzón.
Procure informações sobre as vítimas, para ajudar a completá-lo e enviar fotos e documentos. O registro é necessário para corrigir ou ampliar os dados sobre as vítimas, bem como envio de documentos e fotos.
Você também pode colaborar enviando seus comentários ou sugestões para memoria@publico.es.


O governo espanhol enviou três relatórios para a Justiça Argentina para conter seus tribunais iniciaram uma investigação sobre crimes de Franco, sob a égide do princípio da jurisdição universal para crimes contra a humanidade. O executivo refere-se ao processo aberto em outubro de 2008 pelo juiz Baltasar Garzon ainda em aberto, apesar da suspensão do juiz magistrado para impedir Argentina Maria Servini de Cubria começar uma investigação sobre os desaparecimentos 113 mil já iniciaram os Garzón própria ao documento.
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O governo espanhol, respondeu diplomaticamente oito meses após o pedido do Tribunal Federal em Buenos Aires, o equivalente de áudio do National CIA exigiu uma verificação sobre se havia uma investigação em curso que impeça a abertura do caso na Argentina. Fontes do Ministério da Justiça disse ontem que o Governo tinha enviado através do Ministério dos Negócios Estrangeiros de documentos que consiste basicamente de um relatório do Serviço, com uma lista de processos abertos julgado da pesquisa por Garzon inaugurado em 2008, os relatórios de Los Angeles Vazquez.
Os queixosos consideram esperando para ler cuidadosamente os relatórios de hoje, que terá acesso a estes tribunais que têm investigado algumas das sepulturas mencionadas no resumo das Garzón não conduziu uma investigação criminal. Portanto, é demonstrável que o país onde o suposto genocídio foi cometido não é da responsabilidade de investigar crimes.
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Queixosos, a Argentina chegou a solicitar uma lista de possíveis culpados vivo. Uma vez que os ministros de Franco a funcionários militares ou policiais. Crimes da queixa apresentada na Argentina veio para o 1975 setembro tiroteios. O senador Manuel Fraga deve ser parte da lista de pessoas a ser questionada no caso de Espanha para obedecer o pedido em outubro pelo juiz Argentina. Queixosos, a Argentina.em outubro obedecer no caso dede pessoas deve ser Manuel tiroteios.1975 na Argentina damilitares ou policiais de Franco, uma vez que possíveis culpados chegaram a se presos.

Artísta chileno assassinado pelo Regime Militar do Chile em 1973

Víctor Lidio Jara Martínez. (Vitor Jara) - Já se passaram 38 anos.
O Artísta. Nasceu em San Ignacio, 28 de setembro de 1932 em Santiago no Chile, e morreu ma mesma cidade em 16 de setembro de 1973, assassinado pelo regime militar imposto pelo General Augusto Pinochet em contra o presidente Salvador Allende, em 11 de setembro de 1973.
Vitor Jara, como era conhecido. foi um professor, diretor de teatro, poeta, cantor, compositor, músico e ativista político sul-americano. Nascido numa família de camponeses, Jara se tornou um reconhecido diretor de teatro, dedicando-se ao desenvolvimento da arte no país, dirigindo uma vasta gama de obras locais, assim como clássicos da cena mundial. Simultaneamente, desenvolveu uma carreira no campo da música, desempenhando um papel central entre os artistas neo-folclóricos que estabeleceram o movimento da Nueva Canción Chilena, que gerou uma revolução na música popular de seu país durante o governo de Salvador Allende. Também era professor, tendo lecionado Jornalismo na Universidade do Chile.
Na década de 1960 ele escreveu canções de protesto contra a elite governante de seu país.Ele foi um dos fundadores do movimento 'New Song', que em 1970 ajudou a eleger o governo de unidade democrática popular de Salvador Allente no seu país.
Em 1990 a Comissão Verdade e Reconciliação concluiu que Victor Jara foi assassinado a 17 de Setembro de 1973 no Estádio do Chile. Os seus restos mortais descansam no Cemitério Geral.
Comissão Verdade e Reconciliação concluiu que Victor Jara foi assassinado a 17 de Setembro de 1973 no Estádio do Chile. Os seus restos mortais descansam no Cemitério Geral.

Em 11 de setembro de 1973 Victor Jara tinha sido convidado para cantar na Universidade de Santiago. Era o início do golpe de governo preparado pelos políticos da direita aliados com os militares e comandados pelo general Augusto Pinochet, nessa Universidade ou próxima dela, ele foi preso e levado ao interior do Estádio de futebol de Santiago. Durante quatro dias, ele foi torturado, espancado, eletrocutado, com as mãos e punhos quebrados, antes de finalmente ser metralhados até a morte, com a idade de 38. Sua viúva, Joan, diz que seu corpo foi atirado para a rua, e foi encontrado mais tarde no necrotério ", entre muitos e muitos corpos anônimos" que ela tinha visto naquele dia.
Victor Jara: "Silêncio e gritos são o fim da minha música"....Quando completou os 25 anos de sua morte. Músicos de todo o mundo se reuniram no Royal Festival Hall de Londres em um show especial organizado pelo atriz britânica Emma Thompson, que também escreveu o roteiro de um filme importante em sua vida. Sua biografia, escrita por sua esposa, foi atualizado e reeditado para coincidir com a essa data de aniversário de sua morte. Depois disso teve o lançamento de seu o primeiro CD. O álbum do CD foi chamado de "Manifesto". (Victor Jara será libertado). As gravações em CD que foram remasterizados e muitos deles tiveram de ser contrabandeadas do Chile depois de sua morte. "Estas são as canções que foram resgatados", diz Joan Jara(Esposa do artísta).
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O último poema:
CD inclui uma leitura por Andrew Mitchell da tradução do último poema de Victor Jara.
The poem was written in the boxing stadium where he was being tortured and eventually murdered. O poema foi escrito no estádio de boxe onde ele estava sendo torturado e assassinado. The scraps of paper where it was written on were smuggled out by those who survived. Os pedaços de papel onde estava escrito foram contrabandeados para fora por aqueles que sobreviveram.
The song remains unfinished. A música continua inacabada. The lyrics literally stop mid-sentence as he was led away to the changing rooms of the stadium and was shot repeatedly through the chest. As letras, literalmente, parar no meio da frase que ele foi levado para os vestiários do estádio e foi baleado várias vezes no peito.
"Silence and screams are the end of my song" he wrote. "Silêncio e gritos são o fim da minha música", escreveu ele.
Joan Jara says that now Victor can rest in peace, knowing that his work has been carried on as he had asked in his last message. Joan Jara Victor diz que agora pode descansar em paz, sabendo que seu trabalho tem sido realizado em como ele havia pedido em sua última mensagem.
"They could kill him, but they couldn't kill his songs," she says. "Eles poderiam matá-lo, mas não puderam matar suas canções", diz ela.
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Fonte: BBC NEWS
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