quarta-feira, 27 de julho de 2011

Africanos Albinos...O Tabu Contra os Negros Brancos... (Divulguem)

ALBINISMO, do latim "albus", que significa branco, é uma condição genética herdada caracterizada pela ausência de melanina na pele, olhos e cabelos, assim, pode afetar todas as raças, sem distinção.


 


Logo após o nascimento, as crianças albinas são rejeitadas. Geralmente por seus pais, que os abandonam e as suas mães também.
Crianças Africanas Albinas Abandonadas


Crianças Africanas Albinas


Meninos Africanos Albinos

Encontrar trabalho é muito difícil, os albinos são marginalizados.

Adolescente Africano Albino


Crianças Negras Albinas Discriminadas.

Eles têm dificuldades nas escolas para verem o quadro-negro. Professores e colegas os insultam.  Sofrem problemas de visão e o sol africano inclemente, que lhes causam sofrimentos e com isso, causando úlcerações e queimaduras. Muitos Jovens morrem de cancer de pele. Não é fácil ser albino na maioria dos países africanos, muitos dos quais, particularmente nas zonas rurais, explicam a sua falta de pegmentação por uma maldição que paira sobre a família.


Adolescente Africano Albino Tentando Ler o Quadro-Negro.

Criança Africana Albina Discriminada da Escola.

Existem mais albinos na África do que em qualquer outro lugar do mundo. Na verdade, os primeiros colonos portugueses os classificaram como uma raça à parte. Se na Europa a taxa de albinismo é 01 para cada 17.000 pessoas, na África chega a 2.000 ou 5.000, dependendo do país. Uma a cada 70 pessoas é portador do gene. Se o seu parceiro também é um portador, sua prole terá maior chance de ser albino.

Africanos Albinos (Homens e Mulheres)

Crianças Africanas Albinas

O sangue dos albinos, a pele dos albinos tem uma importância valiosa para os bruxos e curandeiros da Africa. Eles ganham muito dinheiro depois que capturam suas vítimas.

Africano Albino Adulto

Albina foi amputada a noite, por pessoas que acreditam que partes do seu corpo albino, usado em conjunto com outros medicamentos adicionais, podem ajudá-los a ficarem ricos em mineração e nas indústrias pesqueiras. As pessoas os atacam e amputam a perna dos albinos capturados.

Crianças e Adolescentes Africanas Albinas, Resgatadas das mãos de Feiticeiros e Curandeiros.

Os africanos albinos, são caçados como verdadeiros animais, por pessoas que trabalham com a magia negra e quando capturados pelos caçadores, contratados por bruxos e curandeiros. São mutilados até a morte. O perverso ritual inclui a queima de barracos das vítimas. Os assassinos recebem, em troca, uma ou duas vacas, que lhes são dadas pelos líderes das comunidades da magia negra pelo seu bom trabalho prestado.

Bibiana de 10 anos e sua Irmã Tendyebua de 8 em um hospital de Gaita na Tanzânia.



As Meninas Africanas Albinas, Mutiladas pelos Feiticeiros e Curandeiros

O Presidente da Associação Muanzas Albina, Alfred Capola, Ajuda Bibiana a Caminhar

É por isso que Organizações Internacionais abriram acampamentos especiais, onde os negros albinos podem viver com maior segurança.

Abrigo para Meninas Africanas Albinas Órfãs

Acampamento para Negros Albinos

Um dermatologista aplica um tratamento à base de crioterapia em uma criança albina que apresenta uma quaratose actírica, uma lesão pré-cancerígena.


Aqueles que conseguem sobreviver neste ambiente tão hostil, são forçados a trabalhar sob o escaldante sol africano, ficando irremediavelmente doente de câncer de pele. A média anual estimada de cerca de uma centena de assassinatos, e até agora as autoridades acreditam que, desde os anos oitenta, foram mortas mais de três mil albinos em crimes cometidos com lanças e facões.

Africano Albino com câncer de pele.

Um tabu que está levando o continente africano a ser culpado de um incompreensível racismo, por falta de melanina na pele, uma condição que, ante tal discriminação, é injusta e irracional.


Um Negro Albino chega de barco, em Tenerife, pedindo asilo para escapar dos bruxos

O Negro Albino recebido num acampamento de salvamento

O Governo da Tanzânia proibiu  o curandeirismo, para impedir a caça de africanos albinos. Mas a questão é, o que acontece no resto da África?  Algumas ONG's estão a trabalhar muito para chamar a atenção para estas redes criminosas.


Africanos Albinos em abrigos



Feliz é a nação cujo o Deus é o Senhor ! Vamos formar uma corrente multidisciplinar em prol dos africanos albinos !










terça-feira, 26 de julho de 2011

Vinhas da Ira - O Livro Best Seller

As Vinhas da Ira...
Livro publicado pelo escritor norte-americano John Steinbeck. No ano 1939. Este livro.
Retrata causas e efeitos da Grande Depressão sobre pequenas famílias de pessoas americanas. Sob a visão social, nele o autor. Ataca os métodos industriais agrícolas e o poderio de grandes empresas, empresários e banqueiro em especial.

John Steinbeck ( 27.02.1902 - 20.12.1968)

O escritor narra a trajetória de uma família obrigada a deixar a casa que possuíam há gerações e partir para outro em busca de trabalho. com a colheita arruinada e devendo aos bancos era impossível manter a sua fazenda, e tiveram que entregar sua terra como pagamento. Suas economias eram suficientes apenas para comprar um velho automóvel, e uma pequena soma de dinheiro para enfrentar a viagem. Tudo o que coube no carro foi levado, o resto vendido. A família se junta às hordas de pessoas que lentamente rumavam para o oeste, região da Califórnia, onde havia uma promessa de trabalho. Entretanto, quando após semanas de exaustiva viagem e a morte dos dois mais velhos membros da família, chegam à Califórnia, percebem que há bem pouco trabalho disponível. Devido ao alto número de trabalhadores chegando, os salários pagos pelas grandes fazendas se revela tão baixo que os migrantes são forçados a viver em acampamentos ao longo da estrada, sempre amedrontados com ameaças de incêndios por parte de grupos militantes da localidade.


O personagem principal, depois de atacado por militantes pagos por empresários, tem que se esconder, pelo assassinato de um militante que o tinha atacado, e no final parte para proteger sua família, jurando a si mesmo começar uma luta pelos direitos dos imigrantes. Enquanto isso, o resto da família foge de lugar a lugar, conseguindo pequenos e escassos trabalhos, sempre à beira da miséria. O romance termina com um dos muito eventos simbólicos, uma grande enchente que remete à história da Arca de Noé. Os membros remanescentes da família se esforçam para chegar a um celeiro em uma colina, acima da torrente, e a mensagem final é de esperança para o futuro, por um novo dia após o término da inundação. Neste trabalho, o autor critica passionalmente o absurdo do sistema moderno, que valoriza lucros acima de pessoas, dando exemplos de montanhas de comidas sendo destruídas por fazendeiros, porque não seria economicamente viável transportá-las para as cidades, enquanto milhares de pessoas passavam fome ao redor e eram mantidas afastadas sob ameaças de armas, para evitar que levasse os produtos dispensados pelos fazendeiros. Através da experiência cotidiana da família do personagem principal, o autor desperta a compaixão pelas dificuldades dos trabalhadores imigrantes, enquanto outros capítulos colocam a família em um cenário histórico e social. O leite que o mendigo recebe de uma mulher que havia perdido o seu bebê na enchente, é um espetáculo a parte.

Essa trágica odisséia recebeu o prêmio Pulitzer e foi levada à tela por John Ford em 1940.
A obra de Steinbeck inclui ainda Caravana de Destinos (1944), A Pérola (1945/47), O Destino Viaja de Ônibus (1947), Doce Quinta-feira (1954), O Inverno de Nossa Desesperança (1961), Viagens com Charley (1962).

Steinbeck teve 17 de suas obras adaptadas para filme por Hollywood. Alcançou também grande sucesso como escritor para filmes, tendo sido indicado em 1944 ao Óscar de melhor história* pelo filme Um Barco e Nove Destinos (Lifeboat) de Alfred Hitchcock.


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Durante a Grande Depressão norte-americana e anos subsequentes, as pessoas vendiam ao desbarato tudo o que possuíam, para alimentar a família e poder partir em busca de uma vida melhor. Em todo o País, uma profusão de filas: filas para arranjar emprego, filas para os subsídios, filas para a distribuição de alimentos. E, enquanto milhões se viam obrigados a recorrer à caridade pública e pais assistiam à morte dos filhos por inanição e doença, os produtores destruíam as colheitas, numa tentativa de parar a espiral de redução de preços. Os EUA dos anos 30 devem ter constituído um cenário tétrico, esse mesmo que pudemos ver numa parte da exposição “Arquivo Universal”, no Museu Berardo.



E esse cenário de desgraça, logo chegou na maioria dos países da Europa, sendo uma das principais causas para a 2ª guerra mundial.

Brigas de Casal... Briga Saudável e Briga Negativa.

Briga Saudável:
Sim, brigar é normal e até necessário. Tem a função de definir o papel de cada um na relação. Resolve problemas. Apara arestas. Falar dos problemas sem cobrança ou culpa, sem acusar, sem criticar.
"As crises são inevitáveis, as pessoas mudam durante o relacionamento. No início, tudo é pautado pelo encantamento, um só enxerga o bonito do outro. Quando passam a conviver, passam a conhecer de fato o outro", relata a psicóloga e terapeuta sexual Margareth dos Reis.
Ela sugere, abaixo, algumas posturas que fazem com que a briga seja uma aliada do casal e não um acelerador do rompimento:
1) em vez de gritar, tente manter um diálogo descontraído, fale o que espera do parceiro e ouça as necessidades dele;
2) não tente que o outro entenda o problema como você entende; em vez disso, demonstre como você se sente;
3) fale dos problemas sem cobrar, culpar, acusar ou criticar;
4) não fale "você não me liga", "você não me entende"; prefira "eu sinto falta de você", "eu gostaria que você ligasse" etc.;
5) fale como você gostaria que a situação se resolvesse, sem críticas. Isso permite que o casal avalie alternativas e, JUNTOS, tomem uma decisão de comum acordo
Quando a briga é negativa:
Brigar é normal e pode ser enriquecedor, mas é claro que viver em pé de guerra não é saudável. Falar alto, desrespeitar, recusar-se a ouvir o outro são atitudes que minam qualquer relacionamento. O importante é haver um diálogo.
"A briga ruim é quando ela não resolve nada e ainda gera mágoa, ressentimento. Torna-se agressividade, cobrança, acusações. Aí é o fim da linha", aconselha a psicóloga e terapeuta sexual Margareth dos Reis. "A briga é negativa quando não há um diálogo descontraído do que um espera do outro. Precisa ter intimidade, treinar uma comunicação saudável."
É o que diz fazer a publicitária Mariana Silva, 31 anos. "Eu morria de ciúmes do meu namorado. Estava a ponto de rodar a baiana e pagar aquele mico. Até que resolvi falar abertamente isso para ele. Para a minha surpresa, ele disse que também sentia ciúmes de mim, foi supercarinhoso, sugeriu alternativas para driblarmos isso e decidimos sempre contar tudo um ao outro. Ficamos mais cúmplices e namoramos há oito anos."
Segundo Margareth dos Reis, os casais pecam quando falam mais do outro do que delas mesmas. "'VOCÊ não me liga', 'VOCÊ não me entende'. O certo seria falar 'EU sinto falta de mais carinho', 'EU gostaria de falar de assuntos polêmicos sem que você me entenda mal'. Tem que falar como se sente. Falar dos sentimentos é convidar o outro a te entender melhor", ensina.

Mais perto quero estar - Hino Cristão

1-Mais perto quero estar. Meu Deus, de Ti!. Inda que seja a dor. Que me una a Ti, Sempre hei de suplicar. Mais perto quero estar. Mais perto quero estar. Meu Deus, de Ti!
2-Andando triste, aqui. Na solidão, Paz e descanso a mim. Teus braços dão; Nas trevas vou sonhar, Maia perto quero estar, Mais perto quero estar, Meu Deus, de Ti!
3-Minh'alma cantará. A Ti, Senhor! E em Betel alçará.Padrão de amor, Eu sempre hei de rogar. Mais perto quero estar, Mais perto quero estar, Meu Deus, de Ti!
4-E, quando Cristo, enfim, Me vier chamar, Nos céus com serafins, Irei morar. Então me alegrarei. Perto de Ti, meu Rei. Perto de TI, meu Rei, Meus Deus, de Ti!

Letra: Sarah Flower Adams, 1841
Música: Lowell Mason, 1856 - Bethany (Mason)
Tradução: João Gomes da Rocha

HISTÓRIA
Durante muitos anos, somente os homens escreviam hinos, mas, pouco a pouco, as mulheres também começaram a usar o seu talento poético e, hoje, temos muitos hinos escritos por mulheres consagradas a Deus e ao Seu trabalho. Mas, um dos mais conhecidos em todo o mundo foi o hino escrito por Sarah Flower Adams (1805-1848). Trata-se do hino "Mais Perto Quero Estar, Meu Deus de Ti". Preferido pela Rainha Vitória, por Theodore Roosevelt, pelo Rei Edward VII e muitos outros.

Foi no ano de 1841 que esta senhora, que estudava muito a Bíblia, ficou tão impressionada com a história relatada no livro de Gênesis (capítulo 28:11 e 12) sobre a visão de Jacó, em Betel, e a escada que alcançava o céu, e os anjos que subiam e desciam por ela, que, inspirada naquela passagem bíblica, resolveu escrever este hino que mais tarde se tornou universalmente conhecido.
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A música deste hino foi feita pelo conhecido compositor sacro Lowell Mason, autor de inúmeras outras músicas e que se tornou famoso pelos seus excelentes trabalhos. Certa noite, em 1856, depois de ficar um certo tempo deitado num quarto escuro, olhos bem abertos, em pleno silêncio, recebeu a inspiração da música deste hino e logo na manhã seguinte resolveu escrever as notas desta melodia que recebeu o nome de "Bethany". Apareceu, pela primeira vez, em "Sabbath Hymns and Tune Book" (Livro de Cânticos e Hinos para o Dia do Senhor), em 1859.

Dizem que, quando os turistas cristãos visitam a Palestina, em chegando a este lugar, Betel (hoje Bira, um território da Jordânia), param e cantam este hino, evocando os acontecimentos impressionantes experimentados por Jacó.


As palavras deste hino tem sido um grande auxílio e um grande conforto para muitos crentes em tempos de dificuldades. É impossível esquecermos o terrível desastre com o grande transatlântico "TITANIC" nos primeiros anos deste século. Era a sua viagem inaugural; grandes personagens viajavam nele; viajava, também, um grupo de peregrinos, crentes da Europa com destino à nova terra (EUA). Mais de mil vidas se perderam naquela ocasião. E contam que, quando o grande navio estava soçobrando, tinha-se a impressão de que ia haver um pânico geral; porém, a orquestra de bordo começou a tocar o hino "Mais Perto Quero Estar, Meu Deus de Ti" e, imediatamente, foi presenciado um espetáculo comovedor: os crentes e outros tripulantes, dando as mãos uns aos outros, começaram a cantar também o hino à medida que o navio ia afundando!
Dentre as muitas estórias que contam a respeito deste hino, uma outra estória refere-se ao presidente americano William McKinley, assassinado em 1901. O médico que o atendeu no seu leito de morte relata que, dentre as suas últimas palavras pronunciadas, destaca-se: "Mais perto, meu Deus, de Ti. ´Inda que seja a cruz. Tem sido minha constante oração". Na tarde de 13 de Setembro de 1901, depois de cinco minutos de silêncio por todo o país, a banda tocou esta melodia no Madison Square Garden na cidade de Nova Iorque, em memória do presidente falecido.

Este hino também foi tocado no cemitério de Lakeview em Cleveland estado de Ohio, no enterro de outro presidente americano assassinado, James Garfield.


Paulo Caracciolo.

O Cavalo Marajoara e o Pônei Puruca.




O Cavalo do Marajó, é um animal muito resistente, já que vive bem em lugares adversos como: campos alagados, campos pedrados e campos secos.
Origem: Ilha do Marajó. Estado do Pará. Brasil.
Cavalos do Marajó

Os Cavalos Marajoaras e os Pôneis Puruca (o único mini-cavalo nacional existente). Vieram para essa Ilha do Norte do Brasil, no Estado do Pará, Introduzidos pelos portugueses e miscigenados posteriormente com as raças Árabe, Altér e outras ...raças lusitanas e, mediante a seleção natural do ambiente local, constituiu-se a raça Marajoara, plenamente adaptada às adversidades climáticas (forte período chuvoso e longo período de seca, anualmente) e às condições de alimentação nativa nos campos naturais, com grande resistência e força para o manejo extensivo dos rebanhos bubalinos e bovinos.
Mini Cavalo Puruca. (Pônei Puruca).

O "Mini Cavalo Puruca",  Se parece com um pônei mas não é. É um cruzamento acidental do Cavalo Marajoara e o Pônei Shetland (nativo do Reino Unido).

Pônei Puruca, originou-se de animais da raça inglesa Shetland, trazidos para a Ilha do Marajó, na última década do século 19. O cruzamento destes animais com os cavalos marajoaras e outras raças presentes, geraram pelo mesmo processo seletivo natural, o atual Puruca, pônei com as mesma características de rusticidade e trabalho do cavalo Marajoara, embora de porte bem menor. Pelo mesmo levantamento citado anteriormente, o rebanho Puruca existente no arquipélago do Marajó reduz-se a menos de mil animais. Muitos fazendeiros ensinam seus filhos a cavalgarem nesses cavalinhos robustos.
Pônei Puruca (o único mini-cavalo nacional existente).
 Silvestres e selvagens

Um Poema aos Cavalos Selvagens da Ilha do Marajó.

É a paisagem acidentada e selvagem

assistindo meus olhos

cavalgadas no deserto flat

agora, uma outra árvore

coberto de tristeza

as colinas distantes

mostrando a sua espessura

verde mais escuro da poeira

campos de assalto

seus postos apito

toda a lua

decorado

meus dentes perfeitos

o meu rosto brilhar

diluída uma cara

meio sorriso

Adoro esta época

meu cavalo galopava incontestada

indolente em seus passos, melodia estranha

jogar meus quadris

o falecimento misterioso fro

muito puro sangue árabe

exaltar minhas veias

despertou minha paixão

o amor, a natureza do amor.

(Autor Desconhecido).








O Drama da Mutilação Genital Feminina. África e Mulçumanos.

O holocausto silencioso das mulheres a quem continuam a extrair o clítoris. Mais um tema actual e cruel que o Portugal Lusófono se dedica. Feita alguma pesquisa, chegámos á triste conclusão que 140 milhões, é o terrível numero de mulheres e crianças que já foram submetidas a uma das práticas mais cobardes hediondas do nosso planeta, e que representa um verdadeiro atentado à vida e saúde das mulheres.

A esta prática da Circuncisão Feminina, tristemente conhecida como Mutilação Genital Feminina, são acrescentados a cada ano que passa, mais 2 milhões de novos casos em todo o mundo. Pensava-se que esta (apelidada) tradição bárbara era prática só do continente africano e Médio Oriente. Mas não. Esta prática expandiu-se também aos chamados países civilizados da Europa, onde encapotadamente é praticada no seio de pequenas comunidades emigrantes provenientes dos locais acima referidos.

A Mutilação Genital Feminina (sigla MGF), termo que descreve esse acto com maior exactidão, é vulgarmente conhecida por excisão feminina ou Circuncisão Feminina. É uma pratica realizada em vários países principalmente da África, e da Ásia, que consiste na amputação do clitóris da mulher de modo a que esta não possa sentir prazer durante o acto sexual.

Embora acredita-se que esta prática seja muçulmana, em nada está fundamentada religiosamente, tendo em vista de que os hadices em que tentam conectar a prática ao Islão são fracos, sendo assim, esta prática não é adotada nos países onde a sharia é fortemente estudada.


Esta prática não tem nada em comum com a Circuncisão Masculina. Segundo essa tradição, pais bem intencionados providenciam a remoção das suas filhas pré-adolescentes do clítoris, e até mesmo dos lábios vaginais. Há uma outra forma de mutilação genital chamada de infibulação, que consiste na costura dos lábios vaginais ou do clítoris.

A circuncisão feminina é um termo que se associa a um determinado número de práticas incidentes sobre os genitais femininos e que têm uma origem de ordem cultural e não de ordem medicinal. É uma prática muito frequente em certas partes da África e é praticada também na Península Arábica e em zonas da Ásia. A prática da circuncisão feminina é rejeitada pela civilização ocidental.

É considerada uma forma inaceitável e ilegal da modificação do corpo infligida àqueles que são demasiado novos ou inconscientes para tomar uma escolha informada. É também chamada de mutilação genital feminina. A circuncisão feminina elimina o prazer sexual da mulher.

A sua prática acarreta sérios riscos de saúde para a mulher, e é muito dolorosa, por vezes de forma permanente. No primeiro mundo a circuncisão feminina é praticada por médicos, que trabalham com anestesia. Ela foi mais aplicada no século 19, em especial até os anos 1960 nos EUA e outros países, principalmente para podar clitóris ou lábios grandes. Achava-se que os órgãos grandes e muitas vezes saindo dos lábios maiores são muito feios e que tais meninas teriam uma maior tendência para tornarem-se prostitutas.

O que é a Mutilação Genital Feminina.
A mutilação genital feminina (MGF) é uma prática em que uma parte ou a totalidade dos órgãos sexuais de mulheres e crianças são removidos. Há vários tipos, que por sua vez têm gravidadas diferentes. Segundo as várias tradições são removidos o clítoris ou os lábios vaginais.

Uma das práticas de maior gravidade, chamada infibulação, consiste na costura dos lábios vaginais ou do clítoris, deixando uma abertura pequena para a urina e a menstruação. Aproximadamente 15 % das mutilações em África são infibulações. A MGF é levada a cabo em várias idades, desde depois do nascimento até à primeira gravidez, tendo a maioria lugar entre os quatro e oito anos.
(Outubro 29, 2010 - Portugal Lusófono) - Direitos Reservados

Pará, Carajás e Tapajós - Nova Enrolação dos Políticos Paraenses.

Votação em dezembro definirá posição da população sobre a criação dos estados de Tapajós e Carajás. Será que o povo paraense vai cair nessa enrolação?

Atualmente o Pará é o 2° maior Estado do Brasil.

Belém Os eleitores do Pará irão às urnas no dia 11 de dezembro para votar no plebiscito sobre a divisão do Estado. Eles terão de responder a duas perguntas: se aceitam a criação do Estado de Carajás (atual sul e sudeste do Pará) e se são a favor da criação do Estado de Tapajós (região oeste). Para
"sim", apertarão 55; caso não concordem, o número é 77. As regras do plebiscito foram publicadas no "Diário da Justiça Eletrônico".

O Pará será o menor desses três novo Estados.

A votação é apenas consultiva. Mesmo que o "sim" ganhe, a divisão terá de ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.
As frentes favoráveis e contrárias terão propaganda liberada a partir de 13 de setembro. No rádio e na TV, as campanhas começarão em novembro, apenas em transmissões dentro do Estado.


O movimento favorável a Tapajós já planeja se estender a Manaus (AM), num comitê para atender eleitores paraenses que lá vivem. Um instituto com personalidade jurídica foi criado há duas semanas para receber doações à campanha.


O TSE definiu que todos os eleitores do atual Pará devem obrigatoriamente participar. Mas a frente pró-Carajás ainda espera que, antes do início oficial da campanha, o STF (Supremo Tribunal Federal) julgue uma ação - proposta pela Assembleia Legislativa de Goiás em 2002 - que questiona o universo de eleitores que deve participar do plebiscito.


Conforme legislação federal de 1998, deve ser consultada tanto a população de territórios separatistas quanto a população que perderia parte de seu território.

Para o deputado federal Giovanni Queiroz (PDT), um dos principais líderes empenhados na divisão paraense, a lei contraria a Constituição, que prevê "aprovação da população diretamente interessada". Queiroz diz que os habitantes do "novo Pará" (território que sobraria após a subdivisão) seriam representados depois, quando o resultado do plebiscito chegasse à Assembleia Legislativa do Estado. Comitês do "não", formados na região metropolitana de Belém, discordam do argumento do deputado.

Hoje, o projeto de divisão do Pará é coordenado por pessoas de fora do Estado. A instituição do plebiscito foi idealizada, por exemplo, pelo deputado federal Giovanni Queiroz (PDT-PA). Eleito pelo Pará, Queiroz é natural de Campina Verde (MG).


Hoje, o projeto de divisão do Pará é coordenado por pessoas de fora do Estado. A instituição do plebiscito foi idealizada, por exemplo, pelo deputado federal. Giovanni Queiroz (PDT-PA). Eleito pelo Pará, Queiroz é natural de Campina Verde(MG).

O Deputado Giovanni Queiroz começou a sua carreira política como: Prefeito da cidade de Conceição do Araguaia pela ARENA(partido que apoiava o regime militar) e sendo Fundador e Primeiro-Presidente, Sindicato Rural de Redenção, PA, 1985. Um grande ruralista.